Dia de RCP atrai 1,6 mil pessoas em Campinas

Visitantes aprenderam como reanimar vítimas de parada cardiorrespiratória

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Participantes durante a apresentação de vídeos sobre Trauma

Cerca de 1,6 mil pessoas participaram hoje do Dia de Reanimação Cardiorrespiratória (RCP), que aconteceu em Campinas. O evento foi realizado na FCM (Faculdade de Ciências Médicas) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e integrou as atividades da UPA (Unicamp de Portas Abertas), que recebeu aproximadamente 50 mil visitantes. Além de Campinas, outras 10 cidades do Brasil promoveram o Dia de RCP.

Das 9h às 17h, alunos da universidade, estudantes que visitavam o local, pais e funcionários puderam aprender as massagens usadas para reanimar uma vítima de parada cardiorrespiratória. O procedimento, mesmo aplicado por um leigo, pode aumentar em até três vezes as chances de salvar uma pessoa. “É muito importante a difusão deste conhecimento. Quanto mais gente souber fazer essas manobras, mais vidas serão salvas”, diz o coordenador da Disciplina de Cirurgia do Trauma e presidente da SBAIT (Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado), Gustavo Fraga.

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Aulas práticas – RCP

Os visitantes eram divididos em grupos de 50 pessoas. Em um primeiro momento, assistiam a alguns vídeos sobre Trauma e respondiam a nove questões que abordavam desde quem deveria ser acionado no caso de um acidente até o número correto de compressões torácicas e ventilações durante uma reanimação. Após a aplicação do questionário, todos eram conduzidos às aulas práticas, onde recebiam as respostas corretas do questionário e aprendiam a fazer as manobras corretas de RCP.

As aulas eram ministradas por alunos da Liga do Trauma da Unicamp, que organizou o evento em Campinas, e por uma equipe da AutoBAn, concessionária que administra as rodovias Anhanguera e Bandeirantes. Cada grupo tinha um boneco, onde eram feitos os procedimentos. Além da massagem de reanimação, os visitantes também aprenderam a desengasgar bebês.

A parada cardiorrespiratória é um evento súbito e imprevisível, que pode acontecer a qualquer momento e com qualquer pessoa. Consiste em uma perda abrupta das funções cardíaca e pulmonar, levando a óbito, se não for revertida. O tratamento empregado nesses casos é a Reanimação Cardiorrespiratória, uma técnica universalmente empregada e fundamentada que utiliza a combinação de compressões torácicas e ventilações de resgate, utilizadas para manter o paciente em condições de receber o suporte avançado e desfibrilação, visando a reversão do quadro. “Mas, apesar de muito importante, este procedimento não substitui o atendimento médico, que deve ser acionado o mais rápido possível”, orienta Fraga.

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