Trauma é doença e tem prevenção – Consequências da imprudência nas estradas brasileiras

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Matéria exibida no programa Fantástico (29/12) retrata as consequências da imprudência nas estradas brasileiras

Uma reportagem especial no Programa Fantástico, desse domingo (29), mostrou  os custos dos acidentes nas estradas brasileiras, uma situação que, infelizmente já tornou-se rotina para as equipes de resgate de todo o país. A imprudência dos motoristas, associada ao hábito de beber e dirigir, estão entre as maiores causas dos acidentes fatais.

Operações especiais reunindo equipes aéreas e terrestres da Polícia Rodoviária Federal flagram os motoristas imprudentes e orientam sobre os comportamentos de risco.

Os números são altos: Em 2012, cerca de 8,6 mil pessoas morreram em acidentes nas estradas federais. No trânsito como um todo, são 43 mil mortos por ano, mortes que poderiam ser evitadas.

Em 2002, havia no Brasil, 33 mil pessoas com invalidez permanente por causa do trânsito. Em 2012, esse número chegou em 352 mil. Acidentes com vítimas fatais e feridos graves, causam sofrimento a milhares de pessoas e custam muito caro ao país.

“Nós estimamos que a sociedade tem que arcar com um custo na ordem de R$ 40 bilhões por ano”, aponta Carlos Henrique de Carvalho, técnico do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Esse cálculo faz parte de um estudo chamado Custos de Acidente de Trânsito no Brasil. “O principal  componente de custo desses acidentes de trânsito é a perda de produção, ou seja, quando a pessoa, no auge da sua vida profissional, perde a vida ou vem a sofrer uma lesão permanente”, explica o técnico.

Um acordo entre o INSS e a Polícia Rodoviária Federal foi firmado com o objetivo de diminuir as despesas com acidentes e fazer o motorista pensar duas vezes antes de colocar vidas em risco. Para isso, a Polícia Federal disponibiliza ao INSS todos os registros sobre acidentes em estradas federais. O causador do acidente que levar a morte ou invalidez será processado e, se condenado, o INSS cobrará dele a pensão da vítima ou da família da vítima.

Caso o motorista infrator não tenha condições financeiras para  realizar o pagamento, “Ele vai ter seu nome inscrito nos órgãos de controle de crédito, ele vai ficar impedido de comprar a crédito na praça, ele vai ficar inclusive impedido de exercer alguns cargos públicos até que quite seu débito, afirma Lindolfo Neto de Oliveira, presidente do INSS.

Assista à reportagem completa, exibida no Programa Fantástico, em 29/12, acessando a imagem acima ou http://glo.bo/1h7j0H8 

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2 Responses to Trauma é doença e tem prevenção – Consequências da imprudência nas estradas brasileiras

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