Trauma e grandes eventos: estamos preparados? – um dos temas de destaque do II Congresso de Trauma do Rio de Janeiro

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Mesa-redonda: Grandes Eventos esportivos: Estamos preparados? Composta por Fernando Suarez (RJ), Luis Fernando Correa (RJ), José Alfredo Padilha ( RJ), Gustavo Fraga (SP), Rogerio Casemiro (RJ), Antonio Marttos (USA).

Os próximos eventos a serem realizados no Brasil nos próximos anos, como a Copa do Brasil (2014) e Jogos Olímpicos ( Rio 2016), já começam a mobilizar as equipes e responsáveis pelo atendimento de urgência e emergência, especialmente das cidades que receberão milhares de atletas e visitantes. O tema, muito relevante, foi um dos destaques que permeou a programação do II Congresso de Trauma do Rio de Janeiro, promovido pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC) e Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT – RJ), no Rio de janeiro  entre 06 a 09 de novembro de 2013.

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Luis Fernando Correa (SP): Copa das Confederações- Acertos e Erros

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Fernando Suarez (RJ): Copa do Mundo 2014

A mesa-redonda : Grandes eventos esportivos e o atendimento ao traumatizado – estamos preparados? Abordou de forma ampla o cenário atual e os desafios para os próximos anos. Planejamento e Organização para uma atuação eficiente no atendimento foram os pontos principais que permearam as apresentações dos convidados, como Fernando Suarez, do Corpo de Bombeiros do RJ, que ressaltou sua preocupação com a estrutura: “Será necessário distribuir os pacientes uniformemente, utilizando também a rede privada. Planejar, Coordenar e Atuar são pontos importantes para o sucesso do atendimento, que compreendem os treinamentos, planos de ação, as análises de risco. Suarez finaliza lembrando que a faculdade prepara para atender uma vítima, mas na catástrofe, o objetivo é salvar o maior número de vítimas”.

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Antonio Marttos (USA): Olimpíadas 2016: Como estaremos preparados?

Para Dr Gustavo Fraga, moderador da mesa redonda, “a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 deveriam deixar um legado para a população brasileira: O legado na área de Saúde, sendo este um excelente momento para avançar nessa área no país. Trauma é uma doença e tem prevenção. Para fazer a prevenção dos desastres que podem ocorrer durante os eventos, e também no dia a dia,  é necessário ter organização, logística e planejamento”. Para finalizar, Dr Gustavo ressaltou a importância da formação do cirurgião do trauma e da capacitação dos profissionais para o atendimento de urgência e emergência, especialmente a Residência Médica. Ainda há tempo de ampliar a formação desse profissional até os Jogos Olímpicos 2016, reforça.

A mesa-redonda contou ainda com a apresentação de Luis Fernando Correa , que abordou os acertos, erros e lições aprendidas com a Copa das Confederações, o primeiro grande evento nacional que já tivemos. Dr Antonio Marttos encerrou as apresentações citando os desafios que os Jogos Olímpicos Rio 2016 trará, uma vez que a previsão é receber cerca de 1 milhão e meio de visitantes, sendo 100.000 pessoas na organização, 70.000 voluntários, 10.500 atletas.  Para ele, “deveríamos ganhar medalha de ouro não apenas nos esportes, mas também em função dos atendimentos médicos”.

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